Nasço com o sol de madrugadas estivais
de vento leve no rosto, vagamente projectado
nas cortinas brancas dos salões de chá.
Lembro a paleta das auroras esquecidas
nos retalhos das mantas em sofás quentes.
E reabro os livros onde existem retratos que
me adornam esta solidão de memórias antigas.
Nasço com o sol de madrugadas estivais
e vou com a chuva todos os dias de Inverno.
Segunda-feira, Outubro 01, 2007
Interlúdio
Por Sara F. às 19:11
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1 comentários:
por aí tem chovido bastante, percebo isso, e logo virão as tílias... aquelas flores que não têm por aqui, ou talvez tenha e eu não sei, se bem que ontem aprendi o que é uma azaléia
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